HOME FALE CONOSCOÁREA DOS LÍDERESE-MAIL



Olá, seja bem vindo! Hoje é 22 maio 2018
 
   

notícias  

Acampamento da Geraçao FIEL 2018 👊
Igrejas com teologia conservadora têm melhores taxas de cres
Menina perdoa pai que tentou matá-la após sua conversão

Quantas vezes você leu sua bíblia na última semana?
Todos os dias sem exceção
Quase todos os dias
Poucos dias
Não li



A Igreja

Página principal | A Igreja

Institucional

A Igreja Batista Central em Itabira, IBC, foi fundada em Itabira há 31 anos, inicialmente com  30membros. Nasceu da vontade de Deus, em 14 de janeiro de 1978, tendo como líder o Pastor Elmerique Estevam. Iniciou-se a congregação com a aquisição do terreno e a construção do templo, projetado, a princípio, para 1200 pessoas.      

 No decorrer de sua trajetória, a IBC passou por uma reestruturação quandoassumiu o Pastor Flávio Márcio de Souza Nascimento (1999 até os dias atuais), criou-se o Ministério Esquadrinhando Obras, que retomou e finalizou a construção do Templo.     
 
A IBC cresceu regada por muita oração e aos poucos transformou-se em uma comunidade maior e devido ao acentuado crescimento , houve a necessidade de criação do sistema  logístico para gerenciar recursos humanos e materiais.

 O crescente  desafio da  seara  apontou para a necessidade de implantação do sistema de Células, e  no ano 2000, iniciou-se uma transicao celular p/ viabilizar a  nova cultura, seguindo o modelo da Igreja Cristã Primitiva, onde cada casa é uma Igreja e cada membro um ministro.          

 No sistema celular, Líderes de Células são treinados num sistema cíclico. Supervisores auxiliam Líderes para que ocorram multiplicações saudáveis e crescente das células.          

 Pastores de Congregação emergem deste sistema. Todos compartilhando a visão de multiplicação, mentoreados pelo Pr. Geral.           

Em todo esse contexto, a visão da IBC é: “No templo e nas casas transformando e multiplicando vidas”, caminhando em dois trilhos: relacionamento e evangelismo.   

Atualmente, a igreja já conta com aproximadamente 2000 membros e graças a Deus, tem impactado significativamente Itabira e região, transformando e multiplicando vidas no reino de Deus.         

 Seguindo a ordem de ir alem de "Jerusalem" apoia  também  outras Igrejas de municípios vizinhos, tais como Nova Era, São Domingos do Prata, Morro do Pilar.      

Atendendo sua declaracao de proposito " de ser uma manifestacao visivel e palpavel do reino de Deus" aqui na terra, 'e comprometida com a funçãosocial, atendendo a comunidade por meio de fornecimento de cestas básicas, agasalhos e apoio a outras necessidades básicas.  

Sensível aos crescentes e graves danos causados pela drogadição no município de Itabira e região, a IBC decidiu abraçar a causa da AMAI, umaentidade que atua com recuperação de dependentes químicos no município.  

Hoje a Igreja Batista Central em Itabira possui vários ministérios, atuando nos mais diversos segmentos. tais como:  Louvor,  Intercessão, Teatro, Dança,  Carisma,  Imagem, Logística, Libertação, Família, Ação Social e Ministério Infantil.    

 Por essas e outras razões a Igreja Batista Central em Itabira é uma Igreja que toca no céu enquanto pisa na terra...

Meu querido, aqui ha um lugar pra Você, onde Jesus conhece a sua dor! 

Abraços Fraternais!

Estatuto

ESTATUTO DA IGREJA BATISTA CENTRAL EM ITABIRA

CAPÍTULO I
DA DENOMINAÇÃO, DOS FINS E DA SEDE

Artigo 1º -      Por este Estatuto adquire personalidade Jurídica, a Igreja Batista Central em Itabira, organizada no dia quatorze de janeiro de mil novecentos e setenta e oito, doravante designada neste Estatuto como Igreja.

Artigo 2º -      A sede da Igreja é o templo onde ela se reúne regularmente, à Avenida das Rosas, número 330 (trezentos e trinta), Bairro São Pedro, Cidade de Itabira, Estado de Minas Gerais.

Artigo 3º -      A Igreja é uma comunidade religiosa, constituída de número ilimitado de membros, sem distinção de sexo, raça, nacionalidade ou condição social, que voluntariamente aceitam as Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus e norma de Fé e Prática.

Artigo 4º- A finalidade da Igreja é estabelecer o Reino de Deus no mundo pela pregação, ensino e prática do Cristianismo, conforme o Novo Testamento, podendo para isto criar e manter organizações missionárias, educacionais e filantrópicas ou cooperar com instituições congêneres.

Artigo 5º- A Igreja aceita, como fiel interpretação das Sagradas Escrituras o documento denominado Declaração Doutrinária da Convenção Batista Brasileira.

 

CAPÍTULO II
DA ADMISSÃO E DA EXCLUSÃO DE MEMBROS

Artigo 6º- Serão considerados membros da Igreja as pessoas recebidas por decisão da Assembléia Geral, por meio das seguintes formas de ingresso:
I - batismo dos candidatos previamente aprovados em pública profissão de fé;
II- transferência por carta de membros de outras igrejas da mesma fé e ordem;
III- reconciliação, devidamente solicitada, de pessoas afastadas do rol desta Igreja ou comprovadamente afastados de outras igrejas batistas;
IV- aclamação precedida de testemunho público e compromisso.

Artigo 7º- Perderá a condição de membro da Igreja aquele que for desligado, por decisão da Assembléia Geral, nas seguintes hipóteses:
I- falecimento ou solicitação de desligamento;
II- transferência para outra Igreja;
III- abandono, assim caracterizado quando deixar de participar das atividades eclesiásticas, por tempo julgado suficiente para evidenciar o desinteresse pela Igreja e pela obra que realiza;
IV- exclusão por motivo de disciplina, conforme estabelecido no Regimento Interno.

Parágrafo único - Os membros da Igreja que forem excluídos, bem como, os que obtiverem carta de transferência para outra Igreja Batista perderão todos os direitos de membros e terão substitutos para os cargos que vagarem.

Artigo 8º- Os procedimentos para admissão e exclusão de membros serão disciplinados no Regimento Interno da Igreja, sendo assegurado o direito à defesa em caso de exclusão, nas condições nele estabelecidas.

 

CAPÍTULO III
DOS DIREITOS E DOS DEVERES DOS MEMBROS

Artigo 9º - São direitos dos membros:
I- participar das atividades da Igreja;
II- receber assistência espiritual;
III- participar da Assembléia Geral, com direito ao uso da palavra e ao exercício do voto;
IV- votar e ser votado para cargos ou funções, observada a maioridade civil, quando se tratar de eleição da Diretoria Administrativa da Igreja.
Parágrafo único. A qualidade de membro da Igreja é intransmissível.

Artigo 10 - São deveres dos membros:
I- manter conduta compatível com os princípios espirituais, éticos e morais, de acordo com os ensinamentos da Bíblia Sagrada;
II- contribuir para o sustento da Igreja, para que esta atinja seus objetivos e cumpra sua missão;
III- exercer com zelo e dedicação os cargos ou funções para os quais forem eleitos;
IV- observar o presente estatuto e decisões dos órgãos administrativos e eclesiásticos nele previstos, zelando por seu cumprimento.

 

CAPÍTULO IV
DA RECEITA E DO PATRIMÔNIO

Artigo 11 -     A receita da Igreja destinada à sua manutenção é constituída por dízimos e ofertas, entregues  por ato de fé, não podendo ser reivindicados, nem mesmo por terceiros, sob qualquer alegação.

Parágrafo único. O exercício social encerrar-se-á anualmente em 31 de dezembro.

Artigo 12. O patrimônio da Igreja é constituído de bens móveis e imóveis, adquiridos a título oneroso ou gratuito.

Parágrafo 1º - A Igreja poderá receber doações e legados, de procedência compatível com os seus princípios e deverão ser aplicados, exclusivamente, na consecução de seus objetivos.

Parágrafo 2º - A Igreja só responde com seus bens pelos compromissos assumidos com autorização da Assembléia Geral ou decorrentes de lei.

Parágrafo 3º - A Diretoria e os membros individualmente não respondem solidária ou subsidiariamente pelas obrigações da Igreja, e não têm direito ao seu patrimônio e receita, bem como, a Igreja não responde por qualquer obrigação de seus membros.

Parágrafo 4º - Os imóveis adquiridos com verbas ou por doações de instituições e organizações denominacionais, tais como: Convenções, Juntas, Associações, outras Igrejas, bem como, as benfeitorias que, por qualquer forma lhes forem acrescidas, deverão ter sempre o domínio e a posse vinculados aos fins para os quais foram adquiridos e a finalidade doutrinária da Igreja, mediante cláusula expressa no instrumento de aquisição.

CAPÍTULO V
DA ASSEMBLÉIA GERAL

 

Artigo 13 - A Assembléia Geral, constituída pelos membros da Igreja, é o seu poder soberano e suas decisões serão tomadas por voto da maioria dos membros presentes, salvo as exceções previstas neste estatuto.

Artigo 14 -  A Igreja reunir-se-á em Assembléia Geral Ordinária, bimestralmente, em dia e hora previamente conhecidos e divulgados no Calendário de Atividades da Igreja e, quando necessário, em Assembléia Geral Extraordinária; ambas mediante convocação pelo Presidente, seu substituto legal ou, ainda, por  20% (vinte por cento) dos membros.

Parágrafo 1º - A Assembléia Geral será realizada com o quorum de 20% (vinte por cento) dos membros da Igreja em primeira convocação e com qualquer numero em segunda convocação, 15 (quinze) minutos após.

Parágrafo 2º - As sessões serão presididas pelo Pastor titular ou por seu substituto legal, nesta função, auxiliado por demais membros da diretoria.
Parágrafo 3º - As deliberações serão tomadas pela maioria de votos dos membros presentes às sessões, salvo em casos em que a Igreja considerar especiais e determinar previamente o quorum necessário à realização da sessão deliberativa sobre os mesmos ou o seu Presidente julgar necessárias as deliberações, com vistas à promoção de causas do reino, sendo todos os assuntos tratados na forma democrática das Igrejas Batistas.

Artigo 15 - Os assuntos urgentes ou de especial relevância serão decididos em Assembléia Geral Extraordinária, especialmente designada, convocada com no mínimo 5 (cinco) dias de antecedência, mediante afixação do edital na sede da Igreja.

Parágrafo 1º - São considerados assuntos de especial relevância para efeito deste artigo:

I - eleição e destituição de membros da Diretoria;
II - aquisição, venda, alienação ou oneração de bens imóveis;
III - modificação da estrutura ou construção do templo sede da Igreja;
IV - reforma estatutária;
V - transferência da sede da Igreja;
VI - mudança do nome da Igreja;
VII - dissolução da Igreja.

Parágrafo 2º - As decisões da Assembléia de que trata esse artigo serão pela concordância de no mínimo 2/3 (dois terços) dos votantes.

CAPÍTULO VI
DA DIRETORIA ADMINISTRATIVA E DO CONSELHO FISCAL

Artigo 16 - A Diretoria Administrativa da Igreja será composta de: Presidente, Primeiro Vice-Presidente, Segundo Vice-Presidente, Primeiro Secretário, Segundo Secretário, Primeiro Tesoureiro, Segundo Tesoureiro e Diretor de Patrimônio.
Parágrafo 1º - A Igreja terá um Conselho Fiscal composto por três membros, os quais serão responsáveis por avaliar e dar parecer nas contas anuais da Igreja, devendo ter, para tanto, pleno acesso aos documentos financeiros, demonstrativos, relatórios e balanços contábeis, que possibilitem o exercício da função.
Parágrafo 2º - Os cargos da Diretoria Administrativa e do Conselho Fiscal serão exercidos por quaisquer membros da Igreja civilmente capazes, indicados pelo Pastor, para mandato de três anos e eleitos em Assembléia Geral, exceção feita ao cargo de Presidente, que será exercido automaticamente pelo Pastor Geral titular, por tempo indeterminado.

Parágrafo 3º - Nenhum membro da Diretoria Administrativa ou Conselho Fiscal receberá remuneração pelas atividades administrativas exercidas.

Parágrafo 4º - O Pastor titular e os componentes do Ministério Auxiliar poderão receber sustento da Igreja, por meio de honorários ou ajuda de custo pelo exercício das funções pastorais e ministeriais, sem vínculo empregatício, conforme as condições definidas pela Igreja.

Artigo 17 - Compete ao Presidente:

I - dirigir e superintender os trabalhos da Igreja;
II - representar a Igreja ativa, passiva judicial e extrajudicialmente;
III- convocar a Assembléia Geral e presidir a ela;
IV- assinar, com o Secretário, as atas da Assembléia Geral;
V- assinar pessoalmente, ou mediante procuração, juntamente com o Primeiro Tesoureiro, escrituras, contratos, cheques e outros negócios jurídicos;
VI- cumprir e fazer cumprir o estatuto.

Artigo 18 -     Compete aos Vice-Presidentes, na ordem de eleição, substituir o Presidente, nos seus impedimentos e ausências.

Artigo 19 - Compete ao Primeiro Secretário superintender os serviços de secretaria, lavrar e assinar as atas da Assembléia Geral e de outros órgãos que sejam dirigidos pela Diretoria Administrativa da Igreja.

Artigo 20 -     Compete ao Segundo Secretário substituir o Primeiro Secretário, nos seus impedimentos e ausências.

Artigo 21 -     Compete ao Primeiro Tesoureiro:
I - assinar, juntamente com o Presidente, escrituras, contratos, cheques e outros negócios jurídicos;
II - receber e escriturar as contribuições financeiras destinadas à Igreja;
III- efetuar  pagamentos  autorizados pela Igreja;
IV- prestar relatórios financeiros à Assembléia Geral.

Artigo 21 -     Compete ao Segundo Tesoureiro auxiliar o Primeiro Tesoureiro na execução do seu trabalho e substituí-lo nos seus impedimentos e ausências.

Artigo 22 - O Diretor de Patrimônio será o responsável por gerir administrativamente a estrutura patrimonial da Igreja, bem como, coordenar o registro, controlar, fiscalizar e zelar pela guarda do patrimônio.

Artigo 23 – Será admitida a reeleição da Diretoria, nas condições estabelecidas pela Assembléia Geral.

Artigo 24 - A Administração da Igreja poderá, ainda, ser auxiliada por comissões, grupos de trabalho, assessorias e departamentos, sempre que a Diretoria o julgar conveniente, as quais serão criadas pelo Presidente, que lhes dará denominação, atribuição e nomeará seus membros, cujo número fixará.
CAPÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Artigo 25 – As contas anuais da Igreja serão apresentadas e apreciadas na primeira Assembléia Geral ordinária de cada ano, as quais deverão estar acompanhadas de parecer do Conselho Fiscal.

Artigo 26 – Os membros da Igreja poderão, a qualquer tempo, obter informações sobre a situação administrativa, patrimonial, financeira e jurídica desta, devendo solicitá-los a que de direito, conforme as atribuições e procedimentos estabelecidos neste Estatuto e no Regimento da Igreja.

Artigo 27 - A Igreja se constitui por tempo indeterminado e somente poderá ser dissolvida por consenso de seus membros a esse tempo residentes no domicílio dela. No caso de dissolução, o patrimônio passará à Convenção Batista Mineira, domiciliada no Estado de Minas Gerais ou à Convenção Batista Brasileira, domiciliada no Rio de Janeiro, com as quais mantém relações fraternais e cooperativas para o cumprimento de sua finalidade ou missão.

Artigo 28 - A Igreja somente pode ser extinta por deliberação de 4/5 (quatro quintos) dos votos dos seus membros, apurados em cada uma das duas Assembléias Extraordinárias consecutivas, convocadas com a antecedência mínima de 60 (sessenta) dias, constando nos editais de convocação o assunto “extinção da Igreja”.

Artigo 29 – O Regimento Interno disciplinará acerca da destinação do patrimônio em caso de cisão por questão doutrinária.

Artigo 30 – O Regimento  Interno será proposto pelo Presidente e não poderá contrariar a letra e o espírito deste Estatuto, devendo ser aprovado em Assembléia Extraordinária em cuja convocação conste o assunto Aprovação do Regimento Interno da Igreja.

Artigo 31 – A reforma deste estatuto poderá ser efetuada no todo ou em parte, em Assembléia Extraordinária, especialmente convocada para esse fim.

Artigo 32 -     Este Estatuto entra em vigor imediatamente após a sua aprovação em Assembléia e registro nos órgãos competentes, ficando revogadas as disposições em contrário.

 

Itabira, 12 de julho de 2009.

Reformulado e aprovado em Assembléia Geral Extraordinária em 12 de julho de 2009, conforme ata.

 

Flávio Márcio de Souza Nascimento
Presidente  
                                                                                                                              
No que cremos

Cristo como Senhor: A suprema fonte de autoridade é o Senhor Jesus Cristo, e toda a esfera da vida está sujeita a sua soberania.
As Escrituras: A Bíblia, como revelação inspirada da vontade divina, cumprida e completada na vida e nos ensinamentos de Jesus Cristo, é nossa regra autorizada de fé e prática.

O Espírito Santo: O Espírito Santo é o próprio Deus revelando sua pessoa e vontade aos homens. Ele, portanto, interpreta e confirma a voz da autoridade divina.



 
 

Av. das Rosas, 330
São Pedro - Itabira MG
Rua José Brás, 57
Sta. Ruth - Itabira MG
Rua Tabelião Waldemar
de Alvarenga Lage, 1339
Gabiroba - Itabira - MG
Rua Duarte Braga, 664
Colina da Praia. 
Itabira - MG

Telefones: (31) 3831-8072 | (31) 3831-7535

IBC Itabira 2011 - Todos os direitos reservados

 

A Igreja Pedido de Oração Cultos em MP3
Células Liderança Vídeos
Visão Ministérios Bate-papo
Cultos Fotos Biblía Online
Testemunhos Estudos Biblícos Artigos
Contato Política de Privacidade

Comunicação IBCcomunicacao@ibcitabira.com.br