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Testemunho de Irmão Lázaro

Todo ser humano um dia precisa de socorro espiritual.
Eu e minha família aprendemos que se precisássemos de um milagre, deveríamos matar animais, jogar nas encruzilhadas. Colocar despachos.
Eu aprendi assim. A minha família aprendeu assim. E desde o dia em que eu nasci eu aprendi assim. Acredito que minha mãe desde o dia em que nasceu também aprendeu assim.
Mas só que chega um dia na vida do ser humano em que ele nasce de novo. Aleluia! Ele nasce de novo e começa a aprender com Deus. Começa a aprender com o Senhor.
A gente observa que essas coisas não levam a gente para lugar nenhum.
Nós crescemos assim.
Existe uma árvore lá no quintal da nossa casa que se chama Azougue. Quando éramos criança ouvíamos essa árvore assobiar. Às vezes à noite inteira.
A nossa casa era feita de barro. E um dia meu pai derrubou a casa de barro para construir de blocos. E dentro das paredes nós encontramos objetos. Encontramos ossos.
Aquela casa outrora acredito que era um cemitério, um templo de macumba, uma casa de candomblé.
Eu cresci assim. Nós crescemos assim. Atormentados eu e minhas irmãs: víamos coisas.
Eu cresci num ambiente assim.
A minha família sofreu tanto.
Mas eu acredito que agora que eu sou evangélico, aleluia! Agora Jesus entrou na minha vida, por intermédio da minha vida Ele também entrou na minha casa. Aleluia!
Eu cresci assim. Com dezoito anos eu comprei um violão e ingressei na primeira banda. E ali naquela primeira banda um cidadão começou a me falar de Cristo.
Só que essa conversa de Jesus é uma conversa chata pra quem não quer realmente intimidade com Deus.
Você vê que você fala de Deus todo mundo aceita. Você fala de tantas coisas, as pessoas acreditam em umcopo d’água. As pessoas acreditam em tantas coisas, mas quando você fala de Cristo as pessoas se sentem ofendidas.
Você quer ver uma coisa, diga assim para uma pessoa que não é evangélica: “Deus te abençoe”. Ela nunca vai dizer “Amém”. Ela sempre vai dizer pra você: “Deus te abençoe também”. Porque na verdade ela está se sentindo agredida. Está achando que você está dizendo que você tem Deus e ela não tem Deus. Aleluia!
Porque normalmente é assim. Quando se fala de Jesus as pessoas não querem saber. As pessoas escarnecem.
Quantas e quantas vezes eu tenho de ouvir até hoje que eu não sou crente coisa nenhuma! Que eu sou falso crente! Que eu não me converti coisa nenhuma.
Mas o que eu mais glorifico a Deus é que, independente do que digam a meu e a seu respeito, há um lugar para nós preparado lá no Céu! Lá na Glória!
Há um lugar para nós.
Fala pra meu irmão: “Há um lugar preparado lá no Céu para você, meu irmão”. E eu profetizo, em nome de Jesus, que você e a tua casa servirão ao Senhor.
Eu e a minha casa serviremos a Deus.
Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus! Meu Deus!
E foi assim: aquele cidadão me falava de Jesus. Mas entrava por um lado e saía pelo outro. Eu não queria saber. Eu não queria dar ouvidos. A conversa era chata. Aleluia!
Eu achava que eu sabia o que eu queria. Achava que as minhas próprias convicções estavam me levando para os lugares certos. Mas o tempo, então passou.
Veio a segunda banda: Banda Terceiro Mundo. Saí da Banda Terceiro Mundo fui para a Banda Cão de Raça, que tem como cantor Edson Gomes.
Fiquei quatro anos tocando contrabaixo nesta banda. E nessa banda, às vezes, eu lia um versículo. Edson Gomes gostava. Ele sempre falava muito do Deus de Isaque (Isaac), do Deus de Abraão, do Deus de Jacó (Jacob).
Abríamos a Bíblia e líamos um versículo. Só que depois que líamos um versículo, depois se abria uma garrafa de conhaque e começávamos a beber. Aleluia!
Quando eu lia um versículo eu não entendia por que: por que essa coisa toda se depois a gente vai beber e depois vai… Eu mesmo, particularmente, ia me drogar.
Eu comecei a fumar maconha ainda na banda Cão de Raça. Não foi a banda Cão de Raça que me deu maconha. Eu comecei a usar maconha na banda Cão de Raça.
Saí da banda Cão de Raça. Pam no Olodum!
Primeira viagem: Buenos Aires. Aleluia! E ali, no aeroporto me deram um violão e eu mostrei essa música: O Melô do Pom, Pom, Pom, que hoje é muito mais conhecida no meio do povo de Deus, como “Eu Sou de Jesus”.
E ali eu gravei essa canção. Voltei de Buenos Aires, fui para os Estados Unidos, onde fiquei ali aproximadamente um mês ou pouco mais que um mês. E eu me lembro muito bem que quando eu estava com a viagem marcada para os Estados Unidos, o meu pai me recordava esta semana que eu fiquei doente.
Eu tive uma espécie de pneumonia, fiquei tuberculoso, não sei, eu só sei que usava muita droga e acabei ficando doente.
Eu de cama no meu quarto. Fiquei ali acho que mais de vinte e quatro horas sem levantar daquela cama. E a minha família sem saber o que estava acontecendo.
Eu em cima, lá no quarto, eu morava num quartinho, no primeiro andar. E ali quando me levaram para o médico, o médico disse: “Olha, se não internar logo, morre”.
Mas a viagem estava marcada e eu ali bebendo remédios.
Entrei no avião, irmãos, a coisa era tão séria que eu entrei no avião sentindo dores terríveis no pulmão. Eu pensava ali: “Eu vou morrer neste avião”.
Por incrível que pareça, a única posição que a dor passava era quando eu ajoelhava na cadeira. Eu ajoelhava no chão. Quando eu ajoelhava na cadeira.
Eu ajoelhava no chão e debruçava na cadeira do avião, de tanta dor que eu estava sentindo.
Quando eu caía de joelhos a dor passava. Eu fui do Brasil até a Europa praticamente de joelhos, para poder suportar aquela dor.
Cheguei a Europa tomando os remédios e comecei a melhorar. Voltei. Depois fui para os Estados Unidos. Europa novamente. Eu fui duas vezes à Europa. Fui para os Estados Unidos. Eu rodei esse Brasil inteiro. Comecei a ganhar dinheiro. Fiquei famoso.
A música estourou. A música ficou nas paradas aí do Brasil inteiro. Todo mundo cantando a canção.
(Cantado)
Só que a mesma mão que me aplaudia ali dentro era a mesma que me humilhava. Os mesmos que me levaram para o exterior eram os mesmos que me pisavam. Eu não podia contar isso pra ninguém. Eu não podia dividir com ninguém.
Tinha que suportar calado as humilhações. Afinal de contas, eu estava fazendo parte de uma banda famosa.
Ei estava fazendo parte de uma banda que todo mundo conhecia. E me prendia naquilo. E disse: “Não vale a pena ser pisado. Vale a pena ser humilhado pra poder fazer parte desta banda?”.
Mas depois eu descobri, irmãos, que vale a pena se prostrar diante do Deus vivo. O autor e o gosto de toda a nossa fé! Por que sim!
Ele é que tem vitória pra mim e pra você.
Fonte:Contosbiblicos.com


 

 

 

 

 

 

 
 

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